quinta-feira, 8 de abril de 2010

E O RIO VIROU MAR...

E o Rio virou mar!...mar , de lama, de lixo, de lagrimas, devastação, destruição, tristeza, dor, desespero!...De quem perdeu tudo, e ficou apenas, com  a roupa a do corpo, e ainda assim deu  graças as a Deus!..por estar vivo!..De quem  perdeu amigos, entes queridos..Ou infelizmente de quem perdeu o bem mais precioso: A VIDA...
Entra ano sai ano, entra Governo, sai Governo, e a história se repete...e nada é feito para solucionar o problema e mudar de vez  o rumo da  história!..



Problema das enchentes é antigo no Rio de Janeiro

Relembre temporais que marcaram a história da cidade.

Em 1938, o secretário de obras do Rio, na época, Edson Passos, publicava um artigo no Globo que dizia o seguinte: “os rios do maciço da Tijuca precisam ser canalizados. Quem joga lixo nos rios e canais deve ser multado. É necessário fazer um reflorestamento imediato de todas as encostas, e as favelas tem que ser removidas dos morros”. 
 Como nada disso foi feito, quase 80 anos depois, a Cidade Maravilhosa viveu o drama de mais uma gfrnade enchente

Blog do Alexandre Farah

07.04.10 ELE ESTÁ DESCONTROLADO!!!

Parece que a chuva causou um efeito-colateral seríssimo no governador. Ele não está conseguindo concatenar as idéias. Ele se enrola, ele gagueja, ele não sabe o que dizer! Este fato pode ser conferido na entrevista que Cabral deu ontem à Radio Globo. Aliás, além de parecer desorientado, o governador foi extremamente deselegante com o comunicador Loureiro Neto.
Acessem o vídeo acima e confiram como Cabral ficou melindrado quando Loureiro lhe perguntou sobre a declaração do prefeito Eduardo Paes, que deu nota ZERO à atuação da prefeitura na drenagem da cidade. Cabral tentou contornar a situação e mandou muito mal ao dizer para Loureiro que "como jornalista responsável não deveria perguntar isso ao prefeito”.
Ora, todos nós sabemos que "QUEM" deu nota "ZERO" não foi Loureiro Neto e sim, o próprio prefeito Eduardo Paes. Sérgio Cabral deveria prestar mais atenção no que anda acontecendo a sua volta antes de abrir a boca para falar bobagem e ser grosso com um profissional sério, informado e que sabe o que está fazendo. Aliás, o único que parece não saber o que está fazendo é o próprio Cabral, que nunca sabe de nada e que só faz figuração na cidade onde costuma passar férias. Esse é retrato de um governador completamente desgovernado! Acorda Cabral!


07.04.10 CABRAL E PAES: OS GRANDES CULPADOS PELA TRAGÉDIA

Atribuir somente à chuva a culpa pela catástrofe no Rio de Janeiro é, no mínimo, tentar encobrir a grande parcela de responsabilidade da
dupla do barulho, Cabral e Eduardo Paes, que deram um show de incompetência e de insensibilidade antes e durante as enchentes. Comecemos por Eduardo Paes, que cortou verbas da Geo-Rio, responsável pela segurança das encostas, alegando que todas as obras necessárias já tinham sido feitas e não haveria mais problemas desse tipo na cidade. A grande maioria das mortes aconteceram em deslizamentos de morros. Os fatos, lamentavelmente, desmentiram o prefeito, ou se preferirem o perfeito clone do chorão.
No meio de todo aquele caos instalado na cidade, sumiram das ruas os agentes da CET-Rio e os guardas municipais. Caberia ao pessoal da Companhia de Engenharia de Tráfego orientar motoristas, impedir o fechamento dos cruzamentos.
Eduardo Paes se disse surpreso com a magnitude do temporal, mas ele não deveria ter sido alertado pelo Cacique Cobra Coral, uma ONG contratada a peso de ouro pela Prefeitura para pelo menos avisar da possibilidade de chuvas fortes? Com a Cobra Coral, Eduardo Paes na verdade criou uma cobra que mordeu seus próprios calcanhares.
Mas e o Cabral? Dormindo o sono dos ricos em seu majestoso apartamento do Leblon, o traíra, quando acordou, seguiu os conselhos de seu pupilo Eduardo Paes: não saiu de casa. Quando saiu, foi para ir ao Copacabana Palace encontrar o presidente Lula, e ficar acenando com a cabeça, como uma vaquinha de presépio, em aprovação ao discurso do presidente. Cabral não foi visto nem perto nos locais mais atingidos, não anunciou uma única providência para socorrer as vítimas, não colocou o pé na lama ou na enchente. No final da tarde, quando resolveu falar com repórteres, demonstrou total desconhecimento do que estava acontecendo no estado. Nem o número de mortos sabia ao certo, numa clara evidência de que não tinha interesse nem em se informar. Esta não foi uma atitude atípica do traíra. Cabral teve o mesmo comportamento na tragédia da Ilha Grande e de Angra dos Reis, na virada do ano, quando só apareceu 48 horas depois que as pessoas morreram soterradas. Pobre sofrendo não faz parte das preocupações, não é por isso que Cabral chora. As lágrimas do governador omisso só vertem por dinheiro.
Te cuida Cabral... assim o bicho vai pegar!!!


06.04.10 FLAGRANTES DA CHUVA NO RIO DE JANEIRO

Acesse a nossa área de vídeos e veja as imagens com flagrantes da chuva que castigou a cidade do Rio de Janeiro. Veja também um vídeo com imagens raras do temporal que caiu na cidade no ano de 1966 e que foi considerado o pior da história do Rio.

caos no Rio de Janeiro

a o lixo que gera o caos no Rio de Janeiro ”





  1. [...] This post was mentioned on Twitter by Global Garba
    As pessoas jogam lixo dos carros, das bolsas, da boca, imaginando que lixo é coisa para gari. Não é. Lixo é tarefa da cidadania. Civilizado não joga lixo no chão. As cidades civilizadas são tão limpas como a sala de visitas da casa da gente.


    Lixo é tarefa da cidadania

    qua, 07/04/10 por Alexandre Garcia



    As cidades não sabem o que fazer com o lixo. Eu vou bastante ao Rio de Janeiro, a trabalho, e fico assustado com a sujeira, o lixo na rua. Olha que vejo, basicamente, Ipanema, onde fico hospedado e por onde caminho.
    As pessoas jogam lixo dos carros, das bolsas, da boca, imaginando que lixo é coisa para gari. Não é. Lixo é tarefa da cidadania. Civilizado não joga lixo no chão. As cidades civilizadas são tão limpas como a sala de visitas da casa da gente. Sabemos que assim como cabelo na pia entope o ralo, o lixo na rua entope o bueiro. Bueiro entupido é rua alagada quando chove. Por isso, a civilidade é inteligente: não coloca lixo na rua. E não tem alagamento.
    Miriam Leitão previu anos difíceis por causa do aquecimento do mar. Mas uma coisa não muda: o Trópico de Capricórnio. A Região Sudeste está no meio do trópico, a meio caminho entre o Equador e o Polo Sul. É o lugar do choque entre o ar quente e úmido que vem do Norte e o ar frio que vem do Sul. Tudo indica que vai ser assim até o fim dos tempos.
    Na minha idade, já a tragédia no Rio de Janeiro nos anos 1960, 1970, 1980, 1990 e dos anos 2000. Pouco se fez para escoar a água, ensinar civilidade, proteger a mata e as encostas das construções.
    O fiasco do lixo já está nas ruas e precisa ser varrido das cabeças. Mas e nos céus? Será que vão trocar o santo da cidade: São Sebastião por São Pedro? Ou quem sabe fazer alguma coisa à altura do cenário maravilhoso do Rio de Janeiro?

    Bom Dia Brasil
    

    One Response to “ Alexandre Garcia coment

    ge, Juliana Arreguy. Juliana Arreguy said: RT @GlobalGarbage: Alexandre Garcia comenta o lixo que gera o caos no Rio de Janeiro http://bit.ly/9wCmIr Lixo é tarefa da cidadania [...]

    Blog do Alexandre Farah

    09.04.10 TRAIÇÃO

    Notícias publicadas no início de abril, na coluna do Kennedy de Alencar, e ontem no Portal UOL e no site do jornalista Cláudio Humberto, apontam para uma negociação para fazer do senador Francisco Dornelles, do PP de Maluf, íntimo amigo e colaborador de Sérgio Cabral, vice de José Serra na eleição presidencial deste ano. Este é, nada mais nada menos, que o prenúncio de mais uma traição do governador chorão.
    É bom o presidente Lula e os dirigentes do PT tomarem cuidado. Se Dornelles realmente abraçar a candidatura de Serra, certamente Cabral estará com ele e com o seu amigo Aécio Neves. As ligações dos três são íntimas e o PP de Maluf e Dornelles, além de ter cargos no governo fluminense - a Secretaria de Transportes, por exemplo, também ocupa várias posições do governo federal do Rio, entre elas a presidência da Refer, o Instituto de Previdência dos Ferroviários e a CBTU.
    Tudo caminha para Sérgio Cabral abandonar a candidatura Dilma, principalmente, se os índices da ex-ministra nas pesquisas demorarem a subir. Cabral tem uma longa história de traições. Por ele foram traídos, entre outros, Moreira Franco, Marcello Alencar, Aloísio de Castro, Garotinho e Rosinha. Os próximos poderão ser Lula e Dilma.

    Se a traição de Cabral realmente se confirmar, Serra teria dois palanques no Rio e Dilma um, isso se ela e o PT realmente embarcarem na candidatura Garotinho, que tem muito mais afinidade com o PT e é a única ponte confiável para chegar ao eleitor fluminense.
     


    08.04.10 ONDE ESTÁ O DINHEIRO?

    Falhas, muitas falhas! Falhas simples, que poderiam ter sido evitadas, causaram a tragédia que assolou o Rio de Janeiro. Essas falhas, no sistema da coleta de lixo, que não tem o controle da Prefeitura, no planejamento e na manutenção de obras deixaram milhares de famílias desabrigadas e desoladas com a perda de seus entes queridos.
    Mesmo depois da urbanização,todas as favelas que fizeram parte do programa Favela-Bairro, considerado modelo pela ONU, foram severamente castigadas pela chuva. O programa aplicado nas favelas não minimizou o estrago e isso só aconteceu por causa da retenção de parte das verbas pela Prefeitura do Rio. Ou seja, o valor que seria usado para complementar as obras de urbanização foi remanejado para outro fins.
    Ora, depois da tragédia instaurada não adianta Cabral vir lamentar, reclamar e falar que a culpa é dos pobres. Se as medidas de
    urbanização tivessem sido aplicadas como deveriam, pelo menos, metade desse problema poderia ter sido evitado.
    Agora, cabe ao Ministério Público tomar as providências necesárias para saber onde foram parar essas verbas remanejadas. O destino desse dinheiro tem que aparecer e os responsáveis têm que responder cível e criminalmente por este ato que trouxe perdas, mortes, desgraças e instaurou o caos na nossa cidade. Se esse fato continuar obscuro e se o governador continuar atribuindo culpa aos pobres, o Rio de Janeiro vai afundar cada vez mais na lama da incompetência.


    08.04.10 CABRAL NÃO TEM PROJETOS PARA CONSEGUIR VERBAS FEDERAIS

    A Região Metropolitana do Rio de Janeiro e as cidades serranas do estado, principalmente, são historicamente locais sujeitos a enchentes e
    deslizamentos, devido à topografia e às ocupações irregulares de encostas. Exemplos desses problemas foram as tragédias de Angra dos Reis e Ilha Grande, na virada do ano, e do Rio e Niterói, esta semana.
    O Rio deveria ser, por isso mesmo, aquinhoado com parte substancial das verbas federais para prevenção de enchentes e de deslizamentos de morros. A tão propalada amizade do governador traíra com o presidente Lula reforçava essa certeza. Mas na verdade nosso estado recebeu menos de 1% dos recursos do governo federal para esse fim.
    Quer dizer então que o presidente Lula está de má vontade com o Rio? Logo com o Rio governado por seu maior bajulador? Claro que não! O
    Estado do Rio de Janeiro só não recebeu mais verbas, que poderiam ter evitado muitas mortes, simplesmente porque o governo do preguiçoso não tem projetos, não sabe sequer o que fazer para evitar tragédias como a que estamos vivendo.
    Cabral chorão dorme até tarde. Na quarta-feira tinha uma reunião em Niterói, cidade duramente atingida pelas chuvas, marcada para às 10h30. É claro que não acordou. Apareceu ao meio-dia, deu uma volta de helicóptero e retornou para casa, onde passou a tarde descansando. Ficou cansadíssimo só por participar da tal reunião. Desinformado, tratou com grosseria um radialista que lhe fez uma simples pergunta. Cabral anunciou ajuda às vítimas, é claro que com o dinheiro do Ministério da Saúde, já que os recursos do estado ele não sabe nem como aplicar. Ou será que sabe?
    Agora, quando terminar o socorro às vítimas e a vida voltar à rotina aí sim Cabral traíra vai aparecer. Será chegada a hora de pedir dinheiro ao governo federal sob o pretexto de recuperar as cidades e fazer obras emergenciais, que como tantas outras não sairão do papel. Quando o assunto é pedir dinheiro Cabral é rápido e rasteiro. Mas se houver necessidade de projeto para liberar os recursos, aí o Rio fica a ver navios.
    Se tiver que trabalhar o chorão está for
    a!